Pintura ou proteção de parede, qual solução custa menos em 5 anos?
Quando um hospital analisa seus custos de manutenção, a pintura das paredes pode parecer uma despesa relativamente pequena!
O problema aparece quando esse custo deixa de ser pontual e passa a se repetir todos os anos.
Corredores, quartos, pronto atendimento, elevadores e áreas de circulação estão constantemente sujeitos a impactos de macas, cadeiras de rodas, carrinhos, equipamentos e ao intenso fluxo de pessoas.
Por isso, uma pergunta deveria fazer parte do planejamento da manutenção hospitalar!
Continuar pintando ou investir em proteção de parede?
A resposta exige olhar além do preço inicial, o verdadeiro custo da pintura hospitalar, pintar uma parede normalmente apresenta um investimento inicial menor quando comparado à instalação de uma solução de proteção.
Porém, em ambientes hospitalares de alto tráfego, impactos e atritos podem provocar riscos, manchas, descascamentos e danos que exigem novos reparos.
E o custo não está somente na tinta!
É necessário considerar preparação da superfície, massa, materiais, mão de obra, isolamento da área, limpeza e, dependendo do local, impactos na operação durante a execução do serviço.
Agora imagine esse processo acontecendo repetidamente durante cinco anos, uma parede que precisa receber manutenção todos os anos não possui apenas um custo de pintura, ela possui um custo acumulado de manutenção.
Proteção de parede muda essa lógica!
Soluções como placas de proteção de parede, bate-macas, cantoneiras e protetores de impacto trabalham de maneira diferente.
Em vez de reparar continuamente os danos, o objetivo é proteger a superfície justamente contra algumas das principais causas de deterioração e isso transforma uma despesa recorrente em um investimento com visão de longo prazo.
Imagine, por exemplo, uma área hospitalar que demande R$ 20 mil por ano entre pintura e reparos, em cinco anos seriam aproximadamente R$ 100 mil, desconsiderando inflação, reajustes de mão de obra e outros custos indiretos.
Se uma solução de proteção custasse R$ 50 mil e permanecesse instalada durante todo esse período, a economia potencial seria significativa.
O exemplo é apenas ilustrativo, cada hospital precisa calcular sua própria realidade, mas demonstra algo importante, que comparar somente o preço inicial pode levar a uma decisão economicamente equivocada.
Existe também o custo da operação!
Há outro fator que frequentemente não aparece na planilha, para executar uma pintura, pode ser necessário interditar parcialmente corredores, movimentar mobiliários, proteger equipamentos e reorganizar determinados ambientes e sendo dentro de um hospital, manutenção não acontece em um prédio vazio.
A operação continua!
Por isso, uma análise adequada deve considerar o TCO (Total Cost of Ownership) ou custo total de propriedade, e a pergunta deixa de ser quanto custa pintar e passa a ser:
Quanto essa parede custará para o hospital durante os próximos cinco anos?
Essa mudança de perspectiva faz diferença, proteção também facilita a conservação das superfícies e além da resistência contra impactos, soluções desenvolvidas para ambientes hospitalares devem considerar facilidade de limpeza, acabamento adequado e compatibilidade com os protocolos de higienização da instituição.
Paredes danificadas, descascadas ou com superfícies deterioradas também tornam a conservação do ambiente mais complexa e por isso, especificar corretamente os materiais é fundamental.
Não basta instalar qualquer revestimento, é necessário avaliar características técnicas, resistência, aplicação, acabamento, manutenção e adequação ao ambiente onde será utilizado.
Pintar ou proteger?
A pintura continuará tendo seu espaço dentro dos hospitais, existem áreas de menor circulação ou impacto em que ela pode ser perfeitamente adequada.
Entretanto, em corredores, pronto atendimento, quartos, áreas próximas aos elevadores e locais de grande movimentação, proteger as paredes pode apresentar uma relação custo benefício muito mais interessante no médio e longo prazo.
Na G9 Brasil, defendemos uma análise simples, antes de decidir pela próxima pintura, levante quanto aquela mesma área consumiu em manutenção nos últimos anos e depois projete esse valor para os próximos cinco.
A conta pode revelar uma oportunidade importante de redução de custos, pois manutenção inteligente não significa apenas gastar menos hoje, significa evitar gastar novamente amanhã.