Em um hospital, milhares de deslocamentos acontecem todos os dias, macas transportam pacientes, cadeiras de rodas circulam entre setores e carrinhos de medicamentos, alimentação, limpeza e equipamentos percorrem corredores continuamente.

Essa movimentação faz parte da operação hospital problema aparece quando pequenos impactos, repetidos diariamente, começam a gerar um custo que muitas vezes não é percebido pela gestão.

Uma maca que encosta na parede pode parecer algo sem importância, porém quando isso acontece dezenas ou centenas de vezes ao longo do mês, o resultado pode ser pintura danificada, quinas quebradas, revestimentos comprometidos e necessidade constante de manutenção.

Pequenos impactos podem gerar grandes despesas!

Áreas de grande circulação estão naturalmente mais expostas ao desgaste, corredores, elevadores, postos de enfermagem, áreas próximas aos leitos, centros de diagnóstico e acessos de serviços estão entre os pontos mais vulneráveis.

Sem uma proteção adequada, os impactos podem provocar riscos, amassados, descascamento da pintura, danos em quinas e deterioração progressiva das superfícies.

O custo, portanto, não está apenas na tinta!

Uma manutenção pode envolver preparação da superfície, massa, pintura, mão de obra, materiais, isolamento da área, limpeza e até interrupção parcial da circulação e quando esse processo se repete várias vezes durante o ano, a soma pode se tornar significativa.

E existe ainda um custo operacional, equipes de manutenção precisam dedicar horas para corrigir problemas que poderiam ter sido reduzidos por meio de medidas preventivas.

Quanto isso representa por ano?

Não existe um valor único aplicável a todos os hospitais, o custo depende do tamanho da instituição, fluxo de pessoas e equipamentos, características construtivas, frequência das manutenções e nível de desgaste.

Por isso, uma análise eficiente deve considerar o custo do ciclo de vida da parede e não somente o preço de uma pintura ou reparo isolado.

Uma forma prática é levantar quanto o hospital gastou nos últimos 12 meses com reparos e repinturas causados por impactos e projetar esse valor para períodos de três, cinco ou dez anos e é nesse momento que uma despesa aparentemente pequena pode revelar um impacto financeiro muito maior.

Proteção de parede deve ser analisada como investimento!

Soluções como bate-macas, corrimãos, cantoneiras e revestimentos de proteção de parede atuam justamente nos pontos onde os impactos acontecem com maior frequência.

Em vez de reparar continuamente a superfície, cria-se uma barreira preparada para receber parte desses impactos.

A lógica muda de manutenção corretiva para prevenção.

Além da redução potencial de gastos com pintura e reparos, a proteção contribui para conservar a aparência dos ambientes e facilitar a manutenção das superfícies.

Em hospitais, esse cuidado ganha ainda mais importância, superfícies danificadas, fissuras, descascamentos e acabamentos deteriorados podem dificultar processos adequados de limpeza.

Por isso, conservação e facilidade de higienização precisam fazer parte da análise dos materiais utilizados no ambiente hospitalar.

O barato precisa ser analisado no longo prazo!

Na hora de construir ou reformar, eliminar uma proteção de parede pode representar uma economia imediata, mas qual será o custo dessa decisão durante os próximos cinco anos?

Essa é a pergunta que gestores hospitalares, engenheiros, arquitetos, equipes de manutenção, hotelaria e profissionais envolvidos na infraestrutura deveriam fazer.

Uma solução mais econômica não é necessariamente aquela que custa menos na compra, é aquela que apresenta melhor relação entre investimento inicial, durabilidade, manutenção, higienização e vida útil.

Na G9 Brasil, trabalhamos com soluções de proteção para ambientes hospitalares desenvolvidas para ajudar hospitais a conservar sua infraestrutura e reduzir a recorrência de manutenções provocadas pelo fluxo intenso de pessoas e equipamentos.

Antes de perguntar apenas quanto custa proteger esta parede, talvez exista uma pergunta ainda mais importante:

Quanto está custando ao hospital não protegê-la?