Como prevenir infecção hospitalar, conheça 10 cuidados essenciais para hospitais e clínicas!
Prevenir infecções em hospitais e clínicas é um dos principais desafios para garantir a segurança de pacientes, profissionais de saúde e visitantes.
Atualmente, o termo Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) é utilizado de forma mais ampla, pois o problema não está restrito aos hospitais, pois clínicas e outros serviços de saúde também precisam adotar medidas permanentes de prevenção e controle.
A prevenção exige uma combinação de protocolos, treinamento das equipes, higiene adequada e atenção constante aos ambientes onde o atendimento acontece.
Veja 10 cuidados essenciais para ajudar a prevenir infecções hospitalares e reduzir riscos dentro dos serviços de saúde.
1. Higienização correta das mãos.
A higiene das mãos é uma das principais medidas para prevenção das IRAS, profissionais, pacientes, acompanhantes e visitantes devem seguir as orientações estabelecidas para cada situação e a instituição também precisa disponibilizar estrutura adequada, como água, sabonete, papel-toalha e preparação alcoólica nos pontos necessários.
2. Limpeza e desinfecção das superfícies.
Grades de camas, maçanetas, bancadas, equipamentos e outras superfícies frequentemente tocadas precisam fazer parte dos protocolos de limpeza, paredes e proteções localizadas em áreas sujeitas ao contato também merecem atenção dentro do planejamento de conservação e higienização dos ambientes.
3. Criar protocolos claros de prevenção.
Prevenção não pode depender apenas da atenção individual, hospitais e clínicas devem estabelecer procedimentos, responsabilidades e rotinas para reduzir riscos e acompanhar sua execução e a CCIH e demais profissionais responsáveis pelo controle de infecções possuem papel importante nesse processo.
4. Treinar continuamente as equipes.
Não basta criar protocolos, é necessário garantir que profissionais próprios e terceirizados saibam exatamente como devem trabalhar dentro do ambiente de saúde e treinamentos periódicos ajudam a reforçar boas práticas e corrigir falhas antes que elas se transformem em problemas.
5. Ter atenção especial com empresas terceirizadas.
Manutenção, instalação, limpeza e reformas podem envolver circulação de pessoas, ferramentas, equipamentos e materiais dentro da instituição, por isso, prestadores de serviços devem conhecer e respeitar as regras de segurança, higiene e circulação estabelecidas pelo hospital ou clínica.
6. Escolher materiais adequados para ambientes de saúde.
A infraestrutura também deve ser considerada na estratégia de prevenção, materiais utilizados em áreas de circulação precisam permitir conservação e limpeza compatíveis com sua aplicação e superfícies danificadas, com acabamento comprometido ou de difícil manutenção podem dificultar a rotina operacional.
7. Proteger paredes e pontos sujeitos a impactos.
Macas, carrinhos, cadeiras de rodas e equipamentos podem atingir paredes e quinas durante a rotina hospitalar e soluções como bate-macas, placas de proteção de paredes e cantoneiras ajudam a proteger essas áreas contra impactos e podem facilitar a conservação dos ambientes quando corretamente especificadas e instaladas, pois o objetivo não é substituir os protocolos de limpeza e controle de infecções, mas contribuir para uma infraestrutura mais resistente e de manutenção mais simples.
8. Ter cuidados específicos com cortinas hospitalares.
Cortinas divisórias fazem parte de muitos ambientes assistenciais e precisam estar incluídas nos protocolos definidos pela instituição e é importante estabelecer critérios para inspeção, higienização, substituição e manuseio, considerando o ambiente e as orientações da CCIH ou do serviço responsável pelo controle de infecções.
9. Monitorar os pontos críticos.
Prevenir também significa observar, mapear locais com grande circulação, superfícies frequentemente tocadas, áreas com danos recorrentes e pontos que dificultam a limpeza permite direcionar melhor as ações preventivas e registrar essas ocorrências ajuda a instituição a identificar padrões e planejar melhorias.
10. Transformar prevenção em cultura.
O controle de infecções não deve ser tratado como uma ação isolada, diretoria, CCIH, equipes assistenciais, manutenção, hotelaria, engenharia, limpeza e empresas terceirizadas precisam trabalhar de maneira integrada, pois quando prevenção, manutenção e infraestrutura são pensadas em conjunto, o ambiente torna-se mais preparado para oferecer uma assistência segura.
Prevenir começa antes do problema aparecer!
A prevenção das infecções relacionadas à assistência à saúde depende de processos bem definidos, profissionais capacitados e ambientes adequadamente mantidos.
A G9 Brasil desenvolve soluções para proteção e conservação de paredes em hospitais e clínicas, incluindo placas de revestimento, bate-macas, faixas de proteção, cantoneiras e cortinas divisórias.
Mais do que instalar produtos, nosso objetivo é entender o ambiente e auxiliar cada instituição na escolha de soluções adequadas às necessidades de circulação, proteção, conservação e manutenção.
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